PARA HONRAR A VIDA (2000)
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01 - Canción con todos (Armando Tejada Gómez - César Isella) [ LETRA ]
02 - Me diga homem (Sergio Andrade - Waltinho)
[ LETRA ]
03 - Soy del pueblo (Carlos Puebla)
[ LETRA ]
04 - Funeral do lavrador (João Cabral de Melo Neto - Chico Buarque)
[ LETRA ]
05 - Roda viva (Chico Buarque)
[ LETRA ]
06 - La carta (Violeta Parra)
[ LETRA ]
07 - Cuando tenga la tierra (Daniel Toro - Ariel Petrocelli)
[ LETRA ]
08 - Cio da terra (Milton Nascimento - Chico Buarque)
[ LETRA ]
09 - Plegaria a un labrador (Víctor Jara - Patricio Castillo)
[ LETRA ]
10 - Caminhada (Paulo Rezende - Sergio Andrade)
[ LETRA ]
11 - Hasta siempre (Carlos Puebla)
[ LETRA ]
12 - La Internacional (Eugène Pottier - Pierre Degeyter)
[ LETRA ]
13 - Canción para la unidad latinoamericana (Pablo Milanés)
[ LETRA ]

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Integrantes:

Javier Estigarribia: Voz, Vientos
Luis Gasparovic: Voz, Vientos
Denis Iurk: Percusión
Carlos Lobo: Voz, Guitarras
Carlos Morales: Voz, Charango, Vientos, Arreglos musicales

Carlos Almeida (Narración de "Cuando tenga la tierra")

Grabación (Tomas y Mezcla): Carlos Morales y Luis Gasparovic.

Este trabalho foi realizado graças ao apoio e ao incentivo do Sindicato dos Trabalhadores Telefônicos do Paraná. O repertório - escolhido de mútuo acordo - é uma amostra bastante representativa do que se convencionou chamar cançôes de protesto. Preferimos chamá-las de músicas com conteúdo social.
Nestes tempos em que foi decretada a morte das utopías, pode parecer um anacronismo cantar as músicas deste disco; porém a História - mesmo a mais recente - de América Latina não permite que estas canções percam sua dolorosa vigência. Por isso, enquanto houver camponeses sem terra, crianças sem escola, trabalhadores reprimidos, e toda uma lista de injustiças visíveis e escondidas, teremos que seguir cantando LA CARTA, FUNERAL DO LAVRADOR, e todas as canções deste repertório, além de muitas outras que ficaram de fora por falta de tempo e recursos.
Não se muda o mundo com un disco, mas se este disco consegue despertar a conciência de pelo menos um ouvinte, sentiremos que nosso canto não foi em vão.
VIENTOSUR


Merecer a vida
não e calar nem consentir
tanta injustiça repetida
porque não e o mesmo viver
que honrar a vida !
(Eladia Blasques)

Capa: "Il Quarto Stato" (1901) de Giuseppe Pellizza Da Volpedo

GRAVADO NO ESTUDIO DIGITAL DO SINTTEL / PR
APOIO CULTURAL: SINTTEL / PR 40 ANOS
GESTÃO BIQUEIRA DE AÇO



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O canto latino do Vientosur
(por Ery Roberto Corrêa)

Os argentinos Carlos Lobo, Luis Gasparovic, Javier Estigarribia e o chileno Carlos Morales, algumas vezes acompanhados pelo brasileiro Dênis Iurk, formam o Grupo VIENTOSUR.

Eles estão há décadas nas ruas de Curitiba e já tem a marca da terra. Seu trabalho independente representa a árdua luta dos artistas no Brasil, especificamente daqueles que dificilmente alcançam o patronato comercial das gravadoras e não conseguem adentrar ao seleto grupo dos amparados pela mídia.

Mesmo assim, o público local os reconhece e prestigia. São artistas daquele naipe cantado por Milton Nascimento em Nos Bailes da Vida - os que vão aonde o povo está. Curitiba os acolheu e os protege.

O grupo é identificado com canções de conteúdo social. Nestes tempos em que foi decretada a morte das utopias, pode parecer um anacronismo seguir cantando músicas como La Carta, Funeral do Lavrador, Cuando Tenga la Tierra, Soy del Pueblo e outras mensagens eternas como as de Pablo Milanés, Chico Buarque e Milton Nascimento.

Em seu CD "Para honrar a vida", gravado com apoio cultural do SINTTEL-PR (Sindicato dos Trabalhadores Telefônicos do Paraná), está inscrito um recado que é a síntese da atuação do VIENTOSUR:
"Não se muda o mundo com um disco, mas se este disco consegue despertar a consciência de pelo menos um ouvinte, sentiremos que nosso canto não foi em vão".
A história - mesmo a mais recente - da América Latina não permite que canções como as já citadas e outras, a exemplo de Me diga homem e Caminhada, de Waltinho e Andrade, Roda viva, de Chico Buarque, Cio da terra, de Chico e Milton, Canción con todos, de A.T.Gomez e C. Isella e Plegaria del labrador, de Victor Jara percam sua dolorosa vigência.

O CD é um canto contra as injustiças tão visíveis em nosso continente. Crianças sem escola, camponeses sem terra e trabalhadores reprimidos ainda constituem dolorosa ferida que desafia a resistência do tecido social e custa a cicatrizar. Por si só, pela sua marcante presença popular, pelo característico sotaque latino que cria inigualável harmonia vocal sustentada pela arte instrumental que tão bem sabem desempenhar, o VIENTOSUR é uma atração. Que o digam a Boca Maldita, o Largo da Ordem, os teatros populares de Curitiba e todas as pessoas que sabem apreciar um trabalho honesto, sem vínculos comerciais e principalmente feito com amor.

Ery Roberto Corrêa

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